

Entre robôs, códigos, desafios e ideias que ganham forma, os alunos do CDH, em Curvelo, mostraram que tecnologia pode ser muito mais do que uma tela diante dos olhos.
Durante o 3º Festival de Robótica do CDH, o conhecimento saiu do campo da teoria e ganhou espaço na prática, estimulando criatividade, raciocínio e novas formas de aprender.
Com o tema “Brain Rot (não) - Brain Boost (sim!)”, o festival também provocou uma reflexão sobre a relação de crianças e jovens com as tecnologias digitais.
Em uma rotina marcada pelo excesso de telas, pela rolagem infinita e pelo consumo acelerado de conteúdos, a proposta foi mostrar que o mais importante não é apenas quanto tempo o estudante permanece conectado, mas o que ele faz, aprende e cria nesse período.
Em vez de apresentar a tecnologia como vilã, o evento mostrou seu potencial quando utilizada com propósito. Programar, construir, investigar, testar soluções e trabalhar em equipe transformam o estudante de consumidor de conteúdo em protagonista do próprio aprendizado.
A iniciativa valoriza o pensamento computacional e a cultura digital, desenvolvendo habilidades como criatividade, raciocínio lógico, autonomia, colaboração e capacidade de solucionar problemas.
Nesse contexto, o conceito de Brain Boost representa uma tecnologia capaz de despertar curiosidade, estimular o pensamento e ampliar possibilidades. A robótica se torna, assim, uma ferramenta para aprender fazendo, experimentar, errar, corrigir e buscar novas soluções.
Mais do que apresentar projetos, o 3º Festival de Robótica do CDH deixou uma mensagem importante para estudantes, famílias e educadores: o desafio não está apenas em limitar o uso da tecnologia, mas em ensinar as novas gerações a utilizá-la com propósito, criatividade, responsabilidade e inteligência.
Fonte: Centro de Desenvolvimento de Habilidades
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Da redação, Elen Ferrari




