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Felixlândia registra novo tremor de terra com magnitude 2,5 na Escala Richter, segundo Sismologia da USP

Especialistas reforçam que fenômeno é considerado de baixa magnitude

Redação
Por: Redação
06/06/2026 às 07h20 Atualizada em 06/06/2026 às 07h25
Felixlândia registra novo tremor de terra com magnitude 2,5 na Escala Richter, segundo Sismologia da USP
Tremor chega magnitude 2,5 na Escala Richter/Foto: Reprodução Internet

Um novo tremor de terra foi registrado no município de Felixlândia, na região Central de Minas Gerais, na manhã desta sexta-feira (05). De acordo com informações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e do Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), o abalo sísmico atingiu magnitude de 2,5 na escala Richter, sendo considerado um evento de baixa intensidade.

Segundo os especialistas, tremores dessa magnitude normalmente não causam danos estruturais significativos e, na maioria dos casos, são percebidos apenas por pessoas que se encontram em repouso ou em ambientes mais silenciosos. Até o momento, não há registro oficial de feridos ou prejuízos materiais decorrentes do fenômeno.

O evento ocorre poucos dias após outros registros sísmicos na mesma região, incluindo um tremor de magnitude 2,4, registrado anteriormente em Felixlândia. A recorrência dos abalos tem chamado a atenção da população e de órgãos de monitoramento geológico.

Minas Gerais está entre os estados brasileiros que apresentam registros frequentes de pequenos tremores de terra. Esses eventos geralmente estão relacionados à acomodação natural de falhas geológicas existentes no subsolo e não indicam, necessariamente, risco de terremotos de grande intensidade.

Especialistas destacam que o Brasil está localizado no centro da Placa Sul-Americana, distante das principais zonas de encontro entre placas tectônicas, o que reduz significativamente a ocorrência de grandes terremotos. Apesar disso, pequenos abalos sísmicos podem acontecer em diversas regiões do país ao longo do ano.

As autoridades seguem monitorando a situação, enquanto a RSBR mantém o acompanhamento da atividade sísmica na região para identificar possíveis novos registros.

Da Redação com CLM Brasil

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