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Investigado é preso por suspeita de abusar sexualmente de paciente durante atendimentos em Corinto

Polícia Civil aponta que homem se aproveitou da confiança e da fragilidade emocional da vítima para cometer os crimes

Redação
Por: Redação
12/06/2026 às 11h12 Atualizada em 12/06/2026 às 11h47
Investigado é preso por suspeita de abusar sexualmente de paciente durante atendimentos em Corinto
Foto: Reprodução /internet

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito que investigou denúncias de crimes sexuais supostamente praticados por um homem de 48 anos, que se apresentava como terapeuta, contra uma paciente de 34 anos, no município de Corinto.

O suspeito foi indiciado pelos crimes de estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude. A pedido da Polícia Civil, a Justiça decretou a prisão preventiva do investigado, que foi cumprida pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) na quinta-feira (11). Após a detenção, ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

De acordo com as investigações, a vítima procurou acompanhamento terapêutico em razão de quadros de ansiedade e depressão. Nas primeiras sessões, os atendimentos consistiam em conversas e exercícios voltados à memória. No entanto, com o avanço do tratamento, o terapeuta passou a realizar contatos físicos que, segundo a apuração policial, não haviam sido informados previamente como parte do procedimento terapêutico.

Os levantamentos da Polícia Civil indicam que, durante uma sessão realizada no dia 9 de abril, o investigado teria praticado atos de natureza sexual sem o consentimento da paciente.

Já em um novo atendimento, ocorrido em 17 de abril, a mulher decidiu gravar a sessão utilizando o telefone celular. Posteriormente, ao analisar o conteúdo registrado, identificou atos libidinosos praticados pelo suspeito enquanto ela se encontrava sem condições de oferecer resistência.

Durante o interrogatório, o homem confirmou a realização das massagens e alegou que os contatos ocorreram de forma consensual. Entretanto, segundo a Polícia Civil, as provas reunidas ao longo da investigação sustentaram o indiciamento pelos crimes apurados.

Conforme destacou a PCMG, os elementos colhidos apontam que o investigado teria se aproveitado da relação de confiança construída durante o tratamento, bem como da condição emocional da vítima, para cometer os abusos.
O inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Fonte: PCMG

 

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