

As imagens de câmeras de segurança foram decisivas para que a Polícia Militar localizasse e prendesse o suspeito de matar uma mulher de 34 anos na região da Praia do Areião, próximo ao cais de Pirapora. O crime foi registrado na segunda-feira (3), e o investigado, de 43 anos, acabou detido em flagrante após uma operação de cerco realizada pelas equipes policiais.
A ocorrência teve início depois que uma denúncia ao telefone 190 informou sobre a presença de um corpo caído no local. Ao chegarem, os militares encontraram a vítima, que vivia em situação de rua, já sem vida. Ela apresentava um corte profundo no pescoço e diversas escoriações pelo corpo.
Após os trabalhos periciais, a Polícia Civil liberou o corpo para remoção pela funerária de plantão. Durante as diligências, testemunhas informaram que a vítima havia sido vista na companhia do suspeito durante a madrugada.
As informações foram confirmadas por imagens de câmeras de segurança, que registraram os dois juntos poucas horas antes do crime nas proximidades do local onde a mulher costumava permanecer. Os registros contribuíram para direcionar as buscas realizadas pela Polícia Militar.
Ainda segundo a corporação, surgiram relatos de que o suspeito teria agredido a vítima anteriormente em razão de uma suposta gravidez. A informação, entretanto, ainda será apurada pela Polícia Civil e não foi confirmada oficialmente.
Com o avanço das buscas, equipes do Tático Móvel receberam a informação de que o investigado estava escondido em uma residência e planejava fugir. Um cerco foi montado, resultando na prisão do suspeito.
De acordo com o soldado Saraiva, o homem negou, em um primeiro momento, qualquer contato com a vítima. Posteriormente, exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio.
Após passar por atendimento médico para avaliação de sua integridade física, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil. Conforme o registro da ocorrência, ele não possui histórico de reincidência criminal. A motivação do crime seguirá sendo investigada pelas autoridades.
Fonte: O Tempo




