

Dança, tecnologia e criatividade dividiram o mesmo espaço em uma experiência educativa realizada pelo CDH, em Curvelo. Na oficina “O Algoritmo da Dança”, os alunos foram convidados a descobrir como a expressão corporal e o pensamento computacional podem se conectar de maneira divertida e inovadora.
Durante a atividade, os estudantes perceberam que a dança vai muito além dos movimentos do corpo: é uma manifestação artística, cultural e histórica, capaz de transmitir sentimentos, contar histórias e representar diferentes culturas.
A proposta também apresentou uma conexão curiosa entre a dança e a programação. Assim como um robô precisa receber comandos organizados para executar determinadas ações, uma coreografia depende de uma sequência de movimentos para ganhar forma.
A partir dessa relação, os alunos relembraram o conceito de algoritmo e participaram de desafios com cartinhas de programação desplugada, organizando comandos e criando suas próprias sequências de dança.
Para tornar a experiência ainda mais envolvente, os participantes construíram um robô dançarino utilizando peças LEGO, reunindo criatividade, ritmo, expressão corporal e raciocínio lógico em uma única atividade.
A oficina mostrou, na prática, que o aprendizado pode ultrapassar os limites das disciplinas tradicionais. Ao aproximar Arte e Computação, a iniciativa estimulou a imaginação, a colaboração e o pensamento computacional, demonstrando que até mesmo os movimentos de uma dança podem seguir a lógica de um algoritmo.
Fonte: Centro de Desenvolvimento de Habilidades
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Da redação, Elen Ferrari




