

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está à procura de Carlos Daniel Moreira Campos, suspeito de matar Thais Mendes da Silva, de 24 anos, em Curvelo, na região Central do estado. A jovem não é vista por familiares desde o último domingo (11), e nesta sexta-feira (16) a polícia divulgou a foto e o nome do investigado.
De acordo com as investigações, há fortes indícios de que Thais tenha sido assassinada pelo ex-companheiro. Segundo a Polícia Civil, após atirar contra a vítima, o suspeito teria gravado um vídeo mostrando Thais agonizando e exibido as imagens a outras pessoas.
Carlos Daniel estava em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, mas rompeu o equipamento após o crime e fugiu. A Polícia Civil informou que há mandado de prisão em aberto pelo crime de feminicídio.
O suspeito já havia sido preso neste ano por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas, mas foi solto há cerca de um mês. Desde então, segundo familiares, ele teria passado a ameaçar Thais. A jovem foi vista pela última vez ao sair do trabalho e entrar no carro do ex-companheiro. O casal tem um filho de 6 anos, que estava com os avós paternos antes do desaparecimento da mãe.
Na terça-feira (13), a criança chegou sozinha à casa de parentes maternos em uma moto de aplicativo e relatou que teria visto o pai atirar contra a mãe. Durante as buscas, a polícia encontrou um revólver calibre 38 em um terreno baldio e acredita que a arma tenha sido utilizada no crime.
Os investigadores também apuram indícios de ocultação de cadáver. A suspeita é de que o corpo de Thais tenha sido escondido em uma área de mata, possivelmente nos bairros Ponte Nova, Ipiranga ou na região do autódromo, em Curvelo.
Em nota, a Polícia Civil pediu o apoio da população local, incluindo moradores, trabalhadores rurais, trilheiros e frequentadores dessas regiões, para que informem qualquer sinal suspeito, como odores fortes, objetos abandonados ou movimentações incomuns que possam auxiliar nas buscas.
Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181 ou diretamente à unidade da Polícia Civil responsável pelo caso.
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