

A morte do policial civil e piloto de helicóptero Felipe Marques Monteiro, conhecido nacionalmente como comandante Felipe, causou forte comoção entre familiares, colegas de profissão e internautas de todo o país.
O policial faleceu neste domingo (17), aos 46 anos, após enfrentar complicações de saúde decorrentes de um grave ferimento sofrido durante uma operação policial no Rio de Janeiro.
O sepultamento, realizado nesta terça-feira (19), foi marcado por homenagens, lágrimas e mensagens de despedida. Familiares e amigos acompanharam a cerimônia em um clima de profunda tristeza. Bastante emocionada, a esposa do comandante precisou ser amparada durante o último adeus ao companheiro, com quem viveu 15 anos de união.
Felipe ficou conhecido após ser baleado na cabeça em março de 2025, enquanto pilotava uma aeronave do Serviço Aeropolicial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) durante uma operação na comunidade da Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O helicóptero foi alvo de disparos efetuados por criminosos, e um tiro de fuzil atingiu o piloto, provocando uma lesão gravíssima.
Desde então, o comandante iniciou uma intensa batalha pela vida. Ao longo de mais de um ano de internação e tratamentos, passou por diversas cirurgias e enfrentou um longo processo de recuperação. A evolução do quadro clínico chegou a emocionar milhares de pessoas que acompanhavam diariamente as atualizações divulgadas pela família nas redes sociais.
Após receber alta hospitalar e iniciar a reabilitação, Felipe voltou a ser internado nas últimas semanas devido a complicações causadas por uma infecção e procedimentos relacionados à substituição de uma prótese craniana. Apesar dos esforços médicos, o estado de saúde se agravou, e ele não resistiu.
A repercussão da morte tomou conta das redes sociais, onde amigos, colegas de farda e admiradores compartilharam mensagens de apoio à família e homenagens ao policial.
Considerado símbolo de coragem, superação e fé, o comandante Felipe deixa um legado marcado pela dedicação à profissão e pela luta que mobilizou o país.
Fonte: g1




