

Uma viagem que tinha como destino o estado de São Paulo terminou em tragédia na noite desta quinta-feira (16). Uma mulher de 44 anos e o filho dela, de apenas cinco anos, morreram após o ônibus em que viajavam se envolver em um grave acidente com uma carreta boiadeira na BR-135, na altura do km 507, em Buenópolis.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o ônibus transportava 43 pessoas, incluindo o motorista. O coletivo seguia da Bahia para São Paulo quando foi atingido na traseira por uma carreta. Com a força do impacto, o ônibus foi lançado contra um barranco e ficou severamente danificado.
A mulher e a criança ficaram presas às ferragens e morreram ainda no local. Equipes especializadas trabalharam no desencarceramento das vítimas durante a operação de resgate.
Além das duas mortes, outras 14 pessoas ficaram feridas. Dois passageiros precisaram ser retirados das ferragens pelos bombeiros, enquanto outras 12 vítimas sofreram ferimentos leves e moderados. Todos receberam atendimento das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do Corpo de Bombeiros e da concessionária Eco135.
Os feridos foram encaminhados para unidades hospitalares de Buenópolis, Curvelo e Bocaiuva, onde receberam atendimento médico. O motorista da carreta sofreu um ferimento nos olhos provocado por estilhaços, foi atendido no local e não precisou ser hospitalizado.
A Polícia Civil realizou os trabalhos periciais para esclarecer a dinâmica da colisão. As causas do acidente serão investigadas. Durante o atendimento da ocorrência, a BR-135 permaneceu totalmente interditada no trecho do acidente. Posteriormente, o tráfego foi liberado em sistema de pare e siga, provocando lentidão e exigindo atenção redobrada dos motoristas que passavam pela rodovia.
A tragédia comoveu moradores da região e reacende o alerta para a importância da prudência e do respeito às normas de trânsito nas rodovias brasileiras.
Novas informações sobre o estado de saúde dos feridos e o andamento das investigações deverão ser divulgadas pelas autoridades responsáveis.
Fonte: Diario do Transporte




