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Em Curvelo, alunos do 1º ano da E. M. Antonino Diniz Couto exploram o universo da programação no Centro de Desenvolvimento de Habilidades

Tecnologia, criatividade e raciocínio lógico fizeram parte de uma experiência que aproximou os estudantes do universo da programação de maneira lúdica e participativa

Redação
Por: Redação
06/10/2026 às 16h13 Atualizada em 06/10/2026 às 18h14
Em Curvelo, alunos do 1º ano da E. M. Antonino Diniz Couto exploram o universo da programação no Centro de Desenvolvimento de Habilidades
Foto: Redes Sociais - CDH-Curvelo

Descobrir como os computadores “pensam” pode parecer um desafio, mas, para os alunos do 1º ano da E. M. Antonino Diniz Couto, em Curvelo, a tecnologia ganhou uma nova dimensão: virou experiência, descoberta e diversão.

Durante a trilha “Explorando a micro:bit - Programação Criativa”, os estudantes deram os primeiros passos no universo da programação e conheceram, na prática, algumas das possibilidades oferecidas pela tecnologia.

Sob a orientação da professora Edna Quadros, a turma participou de atividades que estimularam a curiosidade e o raciocínio lógico, explorando conceitos básicos de programação, código binário e pixels.

A proposta foi mostrar, de forma acessível, como informações, imagens e comandos podem ser compreendidos e executados pelos computadores.

Entre atividades plugadas e desplugadas, os alunos foram desafiados a pensar, testar possibilidades e encontrar soluções. Mais do que aprender comandos, a experiência buscou desenvolver habilidades como criatividade, autonomia, concentração, resolução de problemas e pensamento computacional.

O contato com a micro:bit tornou a aprendizagem ainda mais prática. Por meio da programação em blocos, os estudantes puderam criar comandos, programar letras, nomes, imagens e explorar diferentes recursos da plataforma. Cada descoberta transformou conceitos que poderiam parecer abstratos em experiências concretas e próximas da realidade dos alunos.

A atividade também reforçou a importância de inserir a tecnologia no processo educacional desde os primeiros anos de formação. Ao experimentar, criar e solucionar desafios, os estudantes não apenas aprendem sobre programação, mas desenvolvem competências que podem ser utilizadas em diferentes situações dentro e fora da escola.

Mais do que apresentar uma ferramenta tecnológica, a iniciativa mostrou aos alunos que programar também pode ser uma forma de criar, imaginar, experimentar e transformar ideias em realidade.

Em Curvelo, a micro:bit abriu uma porta para esse universo - e os primeiros passos foram dados com curiosidade, criatividade e muita vontade de descobrir.

Fonte: CDH-Centro de Desenvolvimento de Habilidades

 
 
 
 
 
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Da redação, Elen Ferrari 

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