

O Ministério do Trabalho e Emprego realizou nesta segunda-feira (16) o pagamento do abono salarial do PIS/Pasep para cerca de 2 milhões de trabalhadores nascidos em fevereiro. Ao todo, o governo federal liberou aproximadamente R$ 2,5 bilhões em benefícios.
O calendário de pagamentos foi definido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador e prevê a liberação de dois lotes por mês até agosto. A partir de abril, os pagamentos passam a contemplar trabalhadores nascidos em dois meses por vez.
Fevereiro – 16 de março
Março e abril – 15 de abril
Maio e junho – 15 de maio
Julho e agosto – 15 de junho
Setembro e outubro – 15 de julho
Novembro e dezembro – 17 de agosto
O abono salarial é destinado a trabalhadores que receberam remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base de 2024, desde que os empregadores tenham contribuído para o Programa de Integração Social ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público.
Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
Ter trabalhado com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;
Ter recebido até R$ 2.766 de média salarial mensal;
Ter os dados corretamente informados pelo empregador no eSocial.
Quem trabalhou durante todo o ano de 2024 pode receber o valor máximo de um salário mínimo, atualmente R$ 1.621. O valor é proporcional ao número de meses trabalhados no período.
O trabalhador pode verificar se tem direito ao benefício pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.
No aplicativo, basta:
Acessar a aba “Benefícios”
Selecionar “Abono Salarial”
Clicar em “Pagamentos”
A consulta também pode ser feita pelo portal gov.br ou pelo telefone 158, com atendimento gratuito das 7h às 22h.
Os pagamentos do PIS são realizados pela Caixa Econômica Federal, preferencialmente por crédito em conta, poupança ou conta digital, inclusive pelo aplicativo CAIXA Tem.
Já os pagamentos do Pasep são feitos pelo Banco do Brasil, por crédito em conta, transferência via TED ou PIX, além de atendimento presencial nas agências para quem não possui conta bancária.
Fonte: G1





